TUDO QUE VOCÊ NUNCA QUIS SABER SOBRE OS SKINHEADS, POIS SEMPRE ACHOU QUE ERAM TODOS NAZISTAS!

Seja bem-vindo(a) à página dos SKINHEADS CEARÁ, um coletivo que agrupa principalmente skinheads, sejam eles anarquistas, comunistas, ou sem nenhuma ideologia definida, mas também outras culturas irmãs (como os mods, rude boys e punks). Possuímos em comum a paixão pelo oi!, ska e reggae; o prazer por uma cerveja gelada e um bom futebol; o sentimento classista e a revolta diante de toda e qualquer forma de discriminação e exploração. Leia mais...

24 de jul de 2011

RIP Amy Winehouse!


Oi! Mates!
Faleceu no sábado, 23 de julho de 2011, aos 27 anos em seu apartamento em Camden Town, no norte de Londres, de causa ainda desconhecida mas, com suspeitas de overdose, a cantora e compositora Amy Winehouse.
Dona de uma voz potente, terna, marcante, impactante, com timbradas belíssimas características de música negra como a muito tempo não se ouvia na música internacional, Amy deu uma injeção de ânimo aos amantes da música negra com arranjos e melodias de jazz, soul, R&B, ska e reggae, dando um fôlego aos rudies, mods e principalmente os herdeiros dessas culturas, os skinheads. Certamente, ela conviveu e influenciou-se por estas culturas e músicas na sua adolescência no Southgate, tradiocional bairro no subúrbio de Londres.
Conhecida por ser uma garota rude, Amy foi expulsa da escola de teatro por usar piercing no nariz, daí felizmente enveredou para o caminho da música, onde aos 16 anos, após gravar uma demo com o amigo cantor Tyler James assinou contrato com a Island Records- velha conhecida dos skins por suas gravações de ska e reggae, daí em diante papou várias premiações, dentre as quais e mais importantes 04 Grammys com o single Rehab, mas, foi com o álbum Back to Black de 2006 que ela se tornou uma estrela internacional da música. Neste álbum figuram verdadeiros hinos da música negra em geral, jamaicana em particular, para os skinheads especialmente clássicos como "Hey Little Rich Girl" conhecida décadas antes com The Specials, "Monkey Man" dos antológicos jamaicanos Toots & The Maytals e o lindíssimo clássico "You're Wondering Now" dos jamaicanos Andy & Joey, conhecida na voz de Doreen Shaffer & The Skatalites e ainda versões com levada reggae de "Cupid" de Sam Cooke, "Just Friends" e a própria "Back to Black" ganhou uma levada reggae na versão ao vivo em DVD.Esse álbum, também expressa um dos momentos mais difíceis de Amy, com algumas músicas de latente melancolia, denotando a dificuldade da cantora em assimilar a ascensão meteorica, a fama, a bajulação, o que culminaria com um afogamento nas drogas, no álcool, dando lugar a uma Amy cambaleante, afônica, triste... Internou-se em clínicas algumas vezes para tentar livrar-se dos vícios que a corroiam sem sucesso. Recentemente em turnê pela Europa, Amy decaiu mais uma vez e não conseguiu dar prosseguimento aos shows até o momento de seu falecimento repentino e surpreendente, o que tristemente tocou nossos corações rudies não com sua voz doce e cortante, sua música acalentadora e eletrizante pelo pesar, pelo silêncio!
"Nós reivindicamos esta vida, não esta morte!" Afinal, de certa forma Amy deu fim a própria vida, buscando amparo e sentido em coisas as quais jamais encontraria outra resposta! Somos gratos pela sobrevida que nos trouxe com a música querida Amy Winehouse, descanse em paz!

"We only said goodbye with words I died a hundred times You go back to her And I go back toWe only said goodbye with words I died a hundred timesYou go back to her And I go back to black"
("Nós apenas dissemos adeus com palavras Eu morri uma centena de vezes Você volta pra ela E eu volto ao Nós apenas dissemos adeus com palavras Eu morri uma centena de vezes Você volta pra ela E eu volto ao luto") Tradução trecho de "Back to Black".

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